sábado, 26 de julho de 2014

O que dizer desse mês de julho?

Dizer que foi só amor é um exagero, mas estou dada aos superlativos nesse mês. Foi um mês tão atípico que “começou” no final de junho, comigo dando ao “pode ser” mais chances do que tenho por hábito. Pontos pra tentativa, nem que seja pra chacoalhar um pouco a vida.

Teve N, teve amigos, teve queridos e querências.  Teve o de sempre, teve o de nunca, teve o novo, o velho e o repetido. Teve uma perda que só nos fez ver como coisas ruins acontecem com pessoas maravilhosas (e, infelizmente, mais de uma vez) e como não podemos muito ter medo do que doerá, porque mais dia menos dia vai doer mesmo. E quando doer, o que te segura em pé foi tudo de bom que existiu antes de machucar.

Teve pizza, sorvete, pamonha e lasanha. E o sorvete é o que eu mais quero repetir.

E teve saudade, (e teve surto, pq sem eles não seria normal)

E teve vontade que o começo do mês se repita muitas vezes, do jeito leve, divertido e palpitante que foi. E não falta o desejo de aprender a lidar com tantos “teves” novos que torço muito para que comecem a ter daqui pra frente.


Agosto, venha logo esse mês que mal conheço, mas já considero pacas.

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domingo, 8 de junho de 2014

Foi só um despertar de asas...

"O tempo ensina a ser paciente, o amor, que cerejeiras só florescem na primavera. É preciso estar ausente e despido de expectativas, para permitir a metamorfose que vai abrir para o resto das nossas vidas nosso doce par de asas."


só um pedaço de texto pra não esquecer...

sábado, 31 de maio de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

Uma varandinha

Faz alguns anos que li um texto da nina lemos sobre “se abrir para o mundo”. O texto fala assim:
 

Você está lá, no seu mundinho de sempre, com seus  amigos de sempre. Até que uma hora você pensa: “tenho que me abrir para o mundo”. Pronto. Fodeu. Tenha quase absoluta certeza de que você vai se dar mal. Acho que é a Jô que sempre me diz pelo telefone: “ai, que saco ter que se abrir para o mundo.”

 Na época, 2009 eu acho, eu concordei com ela em gênero, número e grau, mas confesso que esse murão pro mundo também não resolve grandes coisas. Daí eu estava pensando nisso ontem enquanto andava na praia com o cachorro (sim, eu ando na praia à luz da lua, passeando com um shitzu e não, eu não deixo ninguém falar que eu sou a “mãe” do Bartô) pensando se havia uma solução mais amena. Nem o muro, nem Arregaçada pro mundo.

Ultimamente eu tenho investido meu tempo em uma varandinha para o mundo. Nem é uma comporta aberta e nem é um muro impenetrável, é uma chance de ir lá, experimentar o que a gente sabe que pode dar merda. Só que você experimenta ali da varanda, que é seguro porque se você quiser, corre e tranca a porta e acabou. Olha e te confesso que tem me feito maravilhas esse sentar na porta e ver o mundo passar. As vezes ele entra na varanda, tomo um chá, bate um papo, alegra o dia e vai embora. Não é um sistema 100% a prova de falhas porque as vezes você quer que o mundo pare, entre pra um café, mas ele é um cara de varandas. Vai quando a luz muda e não se importa em limpar o pé no tapete, ele apenas vai. 

Um brinde a minha varandinha e que logo o timing entre eu e o mundo se acerte e eu abra mais um pouquinho pra ele. Por enquanto a vista da varanda tem me deixando assim, happy




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terça-feira, 8 de abril de 2014

Eu e São Paulo, São Paulo e eu...

É sempre assim, amo estar, amo encontrar os amigos, amo o que acontece por lá. Amo tanto que até consigo acreditar no amor.
Piegas? Muito.
Uma ilusão? Muito provavelmente.
Mas o que você faz quando uma ilusão te preenche, te faz sentir pertencer?
você se ilude
Nem que seja por um dia

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

look back

Hoje andei relendo umas postagens antigas aqui. Uma amiga comentou sobre sua história com a FAV, onde nos formamos. Isso me lembrou um post meu de 2009 (quando eu estava saindo da FAV depois de 10 anos entre aluna e professora) e uma leitura leva a outra e por aí foi. Gosto desse jeito de voltar ao que já fui (porque no fundo a gente muda mais do que percebe). Reaviva a memória e traz à tona coisas boas, sensações agradáveis e nem é porque pulei as postagens ruins.

Parece papo de tia velha, mas não me arrependo de nada que passou, principalmente porque sem cada um desses momentos eu não seria quem eu sou hoje. Quem me vê falando assim tem certeza que eu acabei de voltar da formatura de alguma sobrinha-neta. Sei que eu não estou à beira da decrepitude, mas sinto que já posso olhar pra trás sem medo de ser feliz.

E continuo na torcida de ter muita coisa pela frente ainda.
Inclusive a estreia no carnaval nordestino, indo a um lugar que sempre me faz feliz e que ganhou mais motivinhos pra me fazer querer ir pra lá sempre.


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sábado, 7 de dezembro de 2013

Narciso ao contrário ou...

... Espelho de Alice

Tava aqui pensando, pensando que deixei isso aqui as moscas por sentir que nem tudo mais precisa ser dito a quem quer que seja, que posso falar pra poucos e ainda assim ser autêntica. E que tem coisas que só dizem respeito mesmo a meia dúzia de pessoas e que outras meia-dúzias perderam o direito de participar desses assuntos. Mas o que eu pensei mesmo que me fez abrir o blogger e postar foi: estou sofrendo um processo de narciso inverso.
Explico: sabe quando Caetano diz “Narciso acha feio o que não é espelho”? Pois eu ando sofrendo do contrário. Quando vejo nos outros atitudes que já foram minhas, me dá uma vontade de ir lá e bater no ombro da criatura e avisar que se desapegar disso tudo deixa tudo tão mais fácil. Quando é com uma guria que eu adoro e tem 20 e poucos anos, fico na minha pq sei que inteligente como ela é, logo vai se dar conta e que todo o sofrimento de aprender por si só fará mais bem do que mal. Mas daí quando é uma mulher mais velha, que tá ficando amarga e sem saúde, que tá tornando seus dias sofridos fico louca pra dar um toque. Só que como eu já disse, vejo nela o meu reflexo antigo, e nele tinha um quê de “tudóloga” ou como gostam de dizer em inglês “miss I know everything” que impediria o efeito de qualquer conversa. Daí desisto.

Quem é muito próximo de mim tem notado os efeitos desse “deixar pra lá”. Tem sido bem mais proveitoso adotar a oração do AA pra tudo “mudar o que eu posso, serenidade pra aceitar o que eu não posso mudar e sabedoria pra diferenciar uma coisa da outra”. Claro que tem dia que não dá, claro que eu ainda não adquiri a prática do cinismo e da hipocrisia e consequentemente não sei ser falsa e parecer amiga-amicíssima qdo não sou. E acho que nem quero me tornar essa pessoa. Mas a auto-preservação tem sido uma boa tática.

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

e do lado de cá...

Ando devendo narrativas de como é morar aqui no meio (mais perto do equador e mais na ponta do continente), de como é passear na praia como cachorro todo santo dia, como "narciso acha feio o que não é espelho"

Daí abri isso aqui mesmo só pra compartilhar, é engraçado você ver como algumas pessoas repetem sempre os mesmos padrões. Vim falar dos padrões alheios, de gente que depois de meses desaparecida pisca no seu gtalk, comenta coisas no facetruque e de como você já imagina essa pessoa fazendo uma nova vítima.

Mas quem sou eu pra falar de padrões?

Em menos de um mês já escolhi um lado da força por pura identificação com o jeito suicida de expor as ideias. Tô bem mais comedida, menos bocarrota, mas ainda assim não conseguindo esconder o jeito que queria que as coisas fossem.

Já tenho meu casal de amigos gaúchos, meus hábitos e costumes. Só não tenho ainda sala decorada, mas as coisas tão tomando forma.

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domingo, 24 de março de 2013

O mar traz mudanças




E nesse balanço coisas novas vem chegando.
Coisas novas e muito Boas.
em breve, novidades.


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domingo, 24 de fevereiro de 2013