... perdeu o rumo.
lagriminha
sábado, 13 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
É um escrever e apagar sem fim...
Acho tão engraçado quando você se abre pra coisas que nunca
viveu. De repente tudo aquilo que você sabia como fazer, perde a força e o
sentido. Todas as minha reações previamente ensaidas, seguras e de efeito planejado
se perderam em um não-sei-bem-o-que. Não consigo ser “dani” dentro desse
contexto. Eu me desconheço, meus amigos mais próximos também estranham. É muita
novidade pra um coraçãozinho só.
Claro que Ctrl freak aqui surta por estar completamente
fora de controle. E o motorista? Acho que nem olhou pelo retrovisor pra ver o
efeito que seu andar leve e despreocupado tem causado na “passageira” aqui. Tô vendo que vou ser obrigada a puxar a cordinha, pra adequar o guiado com o cérebro louco jogado de canto pra canto.
Não sei como lidar em tal grau, que até poeminha de Tati Bernardi
consegue descrever melhor o que eu sinto, do que eu mesma.
3869
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Aviso ao universo
Sabe quando parece que rola uma uruca?
Então, só queria declarar que eu quero muito e não tem uruca que me impeça.
Persistência...
Resilliência
Querência
Não saquei imediatamente que o Universo tinha acertado no "briefing" que eu mandei, mas agora que eu resolvi querer isso pra mim, não tem gripe, BR, encosto, periguete ou cagaço que me faça largar o osso.
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Então, só queria declarar que eu quero muito e não tem uruca que me impeça.
Persistência...
Resilliência
Querência
Não saquei imediatamente que o Universo tinha acertado no "briefing" que eu mandei, mas agora que eu resolvi querer isso pra mim, não tem gripe, BR, encosto, periguete ou cagaço que me faça largar o osso.
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sábado, 26 de julho de 2014
O que dizer desse mês de julho?
Dizer que foi só amor é um exagero, mas estou dada aos
superlativos nesse mês. Foi um mês tão atípico que “começou” no final de junho,
comigo dando ao “pode ser” mais chances do que tenho por hábito. Pontos pra
tentativa, nem que seja pra chacoalhar um pouco a vida.
Teve N, teve amigos, teve queridos e querências. Teve o de sempre, teve o de nunca, teve o
novo, o velho e o repetido. Teve uma perda que só nos fez ver como coisas ruins
acontecem com pessoas maravilhosas (e, infelizmente, mais de uma vez) e como
não podemos muito ter medo do que doerá, porque mais dia menos dia vai doer
mesmo. E quando doer, o que te segura em pé foi tudo de bom que existiu antes
de machucar.
Teve pizza, sorvete, pamonha e lasanha. E o sorvete é o que
eu mais quero repetir.
E teve saudade, (e teve surto, pq sem eles não seria normal)
E teve vontade que o começo do mês se repita muitas vezes,
do jeito leve, divertido e palpitante que foi. E não falta o desejo de aprender
a lidar com tantos “teves” novos que torço muito para que comecem a ter daqui
pra frente.
Agosto, venha logo esse mês que mal conheço, mas já
considero pacas.
3831
domingo, 8 de junho de 2014
Foi só um despertar de asas...
"O tempo ensina a ser paciente, o amor, que cerejeiras só florescem na primavera. É preciso estar ausente e despido de expectativas, para permitir a metamorfose que vai abrir para o resto das nossas vidas nosso doce par de asas."
só um pedaço de texto pra não esquecer...
só um pedaço de texto pra não esquecer...
sábado, 31 de maio de 2014
Por um segundo não parecia eu...
... e foi tão bom não ser "eu" que esse segundo durou 15 dias
;-P
3782
;-P
3782
terça-feira, 15 de abril de 2014
Uma varandinha
Faz alguns anos que li um texto da nina lemos sobre “se abrir para o mundo”. O texto fala assim:
Na época, 2009 eu acho, eu concordei com ela em gênero,
número e grau, mas confesso que esse murão pro mundo também não resolve grandes
coisas. Daí eu estava pensando nisso ontem enquanto andava na praia com o cachorro
(sim, eu ando na praia à luz da lua, passeando com um shitzu e não, eu não
deixo ninguém falar que eu sou a “mãe” do Bartô) pensando se havia uma solução
mais amena. Nem o muro, nem Arregaçada pro mundo.
Ultimamente eu tenho investido meu tempo em uma varandinha
para o mundo. Nem é uma comporta aberta e nem é um muro impenetrável, é uma
chance de ir lá, experimentar o que a gente sabe que pode dar merda. Só que
você experimenta ali da varanda, que é seguro porque se você quiser, corre e
tranca a porta e acabou. Olha e te confesso que tem me feito maravilhas esse
sentar na porta e ver o mundo passar. As vezes ele entra na varanda, tomo um
chá, bate um papo, alegra o dia e vai embora. Não é um sistema 100% a prova de falhas porque as vezes você
quer que o mundo pare, entre pra um café, mas ele é um cara de varandas. Vai
quando a luz muda e não se importa em limpar o pé no tapete, ele apenas vai.
Um brinde a minha varandinha e que logo o timing entre eu e o mundo se acerte e eu abra mais um pouquinho pra ele. Por enquanto a vista da varanda tem me deixando assim, happy
Você está lá, no seu mundinho de sempre, com seus amigos de sempre. Até que uma hora você pensa: “tenho que me abrir para o mundo”. Pronto. Fodeu. Tenha quase absoluta certeza de que você vai se dar mal. Acho que é a Jô que sempre me diz pelo telefone: “ai, que saco ter que se abrir para o mundo.”
Um brinde a minha varandinha e que logo o timing entre eu e o mundo se acerte e eu abra mais um pouquinho pra ele. Por enquanto a vista da varanda tem me deixando assim, happy
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terça-feira, 8 de abril de 2014
Eu e São Paulo, São Paulo e eu...
É sempre assim, amo estar, amo encontrar os amigos, amo o que acontece por lá. Amo tanto que até consigo acreditar no amor.
Piegas? Muito.
Uma ilusão? Muito provavelmente.
Mas o que você faz quando uma ilusão te preenche, te faz sentir pertencer?
você se ilude
Nem que seja por um dia
Piegas? Muito.
Uma ilusão? Muito provavelmente.
Mas o que você faz quando uma ilusão te preenche, te faz sentir pertencer?
você se ilude
Nem que seja por um dia
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
look back
Hoje andei relendo umas postagens antigas aqui. Uma amiga
comentou sobre sua história com a FAV, onde nos formamos. Isso me lembrou um post meu de 2009 (quando eu estava saindo da FAV depois de 10 anos entre aluna
e professora) e uma leitura leva a outra e por aí foi. Gosto desse jeito de
voltar ao que já fui (porque no fundo a gente muda mais do que percebe).
Reaviva a memória e traz à tona coisas boas, sensações agradáveis e nem é
porque pulei as postagens ruins.
Parece papo de tia velha, mas não me arrependo de nada que
passou, principalmente porque sem cada um desses momentos eu não seria quem eu
sou hoje. Quem me vê falando assim tem certeza que eu acabei de voltar da
formatura de alguma sobrinha-neta. Sei que eu não estou à beira da decrepitude,
mas sinto que já posso olhar pra trás sem medo de ser feliz.
E continuo na torcida de ter muita coisa pela frente ainda.
Inclusive a estreia no carnaval nordestino, indo a um lugar
que sempre me faz feliz e que ganhou mais motivinhos pra me fazer querer ir pra
lá sempre.
3712
sábado, 7 de dezembro de 2013
Narciso ao contrário ou...
... Espelho de Alice
Tava aqui pensando, pensando que deixei isso aqui as moscas
por sentir que nem tudo mais precisa ser dito a quem quer que seja, que posso
falar pra poucos e ainda assim ser autêntica. E que tem coisas que só dizem
respeito mesmo a meia dúzia de pessoas e que outras meia-dúzias perderam o
direito de participar desses assuntos. Mas o que eu pensei mesmo que me fez
abrir o blogger e postar foi: estou sofrendo um processo de narciso inverso.
Explico: sabe quando Caetano diz “Narciso acha feio o que
não é espelho”? Pois eu ando sofrendo do contrário. Quando vejo nos outros
atitudes que já foram minhas, me dá uma vontade de ir lá e bater no ombro da
criatura e avisar que se desapegar disso tudo deixa tudo tão mais fácil. Quando
é com uma guria que eu adoro e tem 20 e poucos anos, fico na minha pq sei que
inteligente como ela é, logo vai se dar conta e que todo o sofrimento de
aprender por si só fará mais bem do que mal. Mas daí quando é uma mulher mais
velha, que tá ficando amarga e sem saúde, que tá tornando seus dias sofridos
fico louca pra dar um toque. Só que como eu já disse, vejo nela o meu reflexo
antigo, e nele tinha um quê de “tudóloga” ou como gostam de dizer em inglês “miss
I know everything” que impediria o efeito de qualquer conversa. Daí desisto.
Quem é muito próximo de mim tem notado os efeitos desse “deixar
pra lá”. Tem sido bem mais proveitoso adotar a oração do AA pra tudo “mudar o
que eu posso, serenidade pra aceitar o que eu não posso mudar e sabedoria pra
diferenciar uma coisa da outra”. Claro que tem dia que não dá, claro que eu
ainda não adquiri a prática do cinismo e da hipocrisia e consequentemente não
sei ser falsa e parecer amiga-amicíssima qdo não sou. E acho que nem quero me
tornar essa pessoa. Mas a auto-preservação tem sido uma boa tática.
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